"A profundeza abissal da palavra declamada
ecoa nítida na linguagem abstrata
das mãos (gestos prontos),
e o atrito dos dias confunde as cicatrizes do tempo,
derramado sobre a mesa o poema
ignora nas pálpebras o pesadelo do sonho"

(Júlio Rodrigues Correia)





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29 de dez de 2010

alma calma calmaria


Vento, vento
Levando a chuva
Dias acinzentados
Tardes insólitas
as gotas dos olhos
o vento leve,
carregue embora
refrigério da alma
apazigua o universo
das estrelas
habitantes do coração
da alma calma
calmaria...no silêncio
Reinício da esperança
Da grande estrela
A certeza que carrego
Sem você saber
Minha estrela manhã
Lume horizonte
Novo dia há de chegar
Mais um ano atravessar
Ter a luz acesa
E me queimar, o amar
Amor, amar...recomeçar
Reamar...


Cíntia Thomé




















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