"A profundeza abissal da palavra declamada
ecoa nítida na linguagem abstrata
das mãos (gestos prontos),
e o atrito dos dias confunde as cicatrizes do tempo,
derramado sobre a mesa o poema
ignora nas pálpebras o pesadelo do sonho"

(Júlio Rodrigues Correia)





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21 de jul de 2009

Qualquer coisa chamada amor

21/07/2009



QUALQUER COISA CHAMADA AMOR



Qualquer palavra
é uma coisa
no poeta
essa coisa
em sua pena
com toda pena
toda tinta vermelha
do coração que transborda
perde-se
qualquer coisa
assim é a palavra
Amor
que coisa!
Foi
palavra
Uma pena, Amor!





Cíntia Thomé






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Imagem: Deita-se a Palavra da fotógrafa A.Hernandez

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